Pausas
As pausas revigorantes foram estudadas na Universidade de Harvard por Francesca Gino. Os resultados mostram claramente como ela interfere em nossa performance, ética e até em decisões na vida.
Então, vou te contar o caso de uma das pesquisas que eles fizeram com juízes.
De uma forma geral, os juízes são considerados racionais, ponderados e fazem justiça com base em fatos e na lei. Pois é, mas eles também são seres humanos, sujeitos a ritmos diários e à cronobiologia. A pesquisa dos israelenses, comparando com a pesquisa de Harvard dentro dos tribunais, chegou à seguinte conclusão.
Pela manhã, bem cedo, os prisioneiros tinham mais chance de serem ouvidos. Então, casos muito parecidos ou até iguais tratados às 11:45 tinham chance quase zero de ter um resultado positivo. Depois da pausa revigorante no meio tarde — para um suco, uma caminhada —, os resultados voltaram a ser positivos como no início da manhã. Conclusão: peça para seu advogado te colocar na frente de um juiz antes das 11:45 ou depois que ele tiver feito um intervalinho!
Segundo a DeskTime, empesa especializada em pausas eficazes, a cada 52 minutos de trabalho você deve fazer uma pausa por 17 minutos.
Nesta pausa revigorante, te peço para meditar por um minuto.